Descrição
A Igreja da Caverna (Sziklatemplom) é uma igreja com mosteiro construída numa caverna natural do Monte Gellért, em Budapeste. Suas paredes são a própria rocha, e suas salas se ramificam em várias direções, com um mosteiro escavado na pedra e decorado com torreões neogóticos.
A história começa na década de 1920, quando um grupo de peregrinos húngaros voltou de Lourdes com uma ideia: uma gruta como aquela. Eles a encontraram no monte, numa caverna conhecida como Caverna de São Ivã, onde, diz a lenda, um eremita curava os doentes com a água termal do monte.
No século XIX uma família pobre tinha vivido na grande abertura, numa casinha de tijolos secos ao sol, e uma pintura e uma fotografia da década de 1860 e de 1877 registram a cena. Para a igreja, a caverna foi ampliada com explosões na rocha, segundo os planos do arquiteto Kálmán Lux.
Não perca a sala cujos ornamentos foram todos esculpidos em madeira de lei por um seguidor da ordem, e o altar feito pela fábrica Zsolnay. No terraço do lado de fora, uma estátua de Santo Estêvão fica ao lado de seu cavalo.
Lá dentro há uma cópia da Virgem Negra de Częstochowa, presente da Polônia. Em 1934 chegaram quatorze monges paulinos de Częstochowa: a única ordem monástica fundada na Hungria voltava para casa depois de 150 anos.
Durante a Segunda Guerra Mundial a caverna serviu de hospital de campanha para o exército alemão. Depois, em 1951, a paz acabou. Na Segunda-feira de Páscoa, a polícia secreta comunista invadiu a igreja e levou os monges numa só noite.
O superior, Ferenc Vezér, foi condenado à morte, os outros presos, e a caverna lacrada com um grosso muro de concreto. Reabriu em 27 de agosto de 1989, quando o muro caiu, e os paulinos voltaram. Um pedaço desse concreto fica hoje na entrada, como lembrança.
A história começa na década de 1920, quando um grupo de peregrinos húngaros voltou de Lourdes com uma ideia: uma gruta como aquela. Eles a encontraram no monte, numa caverna conhecida como Caverna de São Ivã, onde, diz a lenda, um eremita curava os doentes com a água termal do monte.
No século XIX uma família pobre tinha vivido na grande abertura, numa casinha de tijolos secos ao sol, e uma pintura e uma fotografia da década de 1860 e de 1877 registram a cena. Para a igreja, a caverna foi ampliada com explosões na rocha, segundo os planos do arquiteto Kálmán Lux.
Não perca a sala cujos ornamentos foram todos esculpidos em madeira de lei por um seguidor da ordem, e o altar feito pela fábrica Zsolnay. No terraço do lado de fora, uma estátua de Santo Estêvão fica ao lado de seu cavalo.
Lá dentro há uma cópia da Virgem Negra de Częstochowa, presente da Polônia. Em 1934 chegaram quatorze monges paulinos de Częstochowa: a única ordem monástica fundada na Hungria voltava para casa depois de 150 anos.
Durante a Segunda Guerra Mundial a caverna serviu de hospital de campanha para o exército alemão. Depois, em 1951, a paz acabou. Na Segunda-feira de Páscoa, a polícia secreta comunista invadiu a igreja e levou os monges numa só noite.
O superior, Ferenc Vezér, foi condenado à morte, os outros presos, e a caverna lacrada com um grosso muro de concreto. Reabriu em 27 de agosto de 1989, quando o muro caiu, e os paulinos voltaram. Um pedaço desse concreto fica hoje na entrada, como lembrança.